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31/08/2016

USP disponibiliza canal na internet sobre a pós-graduação


Agência FAPESP – Em parceria com a Pró-Reitoria de Pós-Graduação, funcionárias da Secretaria de Pós-Graduação do IFUSP ajudaram na preparação de algumas videoaulas on-line sobre a pós na Universidade de São Paulo. As aulas visam apresentar e esclarecer dúvidas que ingressantes e mesmo alunos já matriculados possam ter em relação à manutenção dos cursos, Sistema Janus, redação de dissertações e teses, entre outros. 
Cada videoaula tem duração média de 15 minutos, com os seguintes temas:
  • Aula 1 - A pós-graduação na USP
  • Aula 2 - A pós-graduação no Brasil
  • Aula 3 - Orientação aos alunos pelo Serviço de Pós-Graduação (incumbência de funcionárias da Secretaria de Pós-Graduação do Instituto de Física da USP)
  • Aula 4 - Orientação aos alunos pelo Serviço de Pós-Graduação - versão em inglês
  • Aula 5 - Bibliotecas USP e buscas bibliográficas (Biológicas/Exatas/Humanas)
  • Aula 6 - Agências de fomento (são agências que cedem bolsas de estudo por meio das secretarias de pós-graduação)
  • Aula 7 - Avaliação CAPES
  • Aula 8 - A internacionalização como ferramenta
  • Aula 9 – Plágio
  • Aula 10 - Ética em pesquisa
  • Aula 12 - Ética em pesquisa em animal
  • Aula 13 - Como escrever uma dissertação/tese – Humanas
  • Aula 14 - Como escrever uma dissertação/tese – Biológicas
  • Aula 15 - Empreendedorismo e inovação na USP
  • Aula 16 - Escrita de projetos de pesquisa
  • Aula 17 - Escrita de artigos científicos.
As videoaulas estão disponíveis no endereço http://goo.gl/uTwFaI.
Para mais informações acesse os endereços www.if.usp.br/pg e www.facebook.com/pgifusp.

26/08/2016

Canal de vídeos apresenta noções da psicologia anomalística


O Laboratório de Psicologia Anomalística e Processos Psicossociais (Inter-Psi) do Instituto de Psicologia (IP) da USP lançou um canal no Youtube com explicações sobre temas trabalhados pelo grupo.
O canal fará a transmissão do Quartas Inter-Psi USP, conferências semanais ao vivo com pesquisadores e membros do laboratório que introduzem os conceitos fundamentais e estudos de temas como aspectos cognitivos, experiências fora do corpo e experiências anômalas.
Segundo um dos líderes do Inter-Psi, o professor Wellington Zangari, a ideia de criação do canal “nasceu, por um lado, da grande demanda por parte de interessados pelos temas que tratamos, mas que não têm acesso aos cursos regulares da USP, e, por outro, do interesse dos membros do laboratório em fazer divulgação científica, devolvendo à sociedade, que subsidia nossas atividades por meio dos impostos, material científico de qualidade”.
Os vídeos ficam disponíveis no canal após a transmissão, que acontece às quartas-feiras, das 20 às 21 horas. As 12 conferências que acontecerão ao longo do semestre são seguidas de 20 minutos de debate com outros membros do laboratório.
Assista ao vídeo de apresentação do laboratório:
Fonte: Jornal da USP

25/08/2016

Pesquisadores criam aplicativo com tecnologia similar a do Youtube e Netflix


Com fomento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), pesquisadores do Instituto de Computação (IComp) da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) criaram o aplicativo “ICompTV”, uma tecnologia similar à do Youtube e da Netflix. A ferramenta será usada para publicação e consumo de conteúdos multimídia gerados pelos professores do Icomp e já está disponível na Google Play.
Segundo o coordenador do estudo, professor e doutor em Ciências da Computação, César Melo, o ICompTV é resultado de um esforço que vem sendo desenvolvido ao longo dos últimos 3 anos no Icomp com foco em pesquisas relacionadas à transmissão de vídeos pela internet.  A pesquisa contou com a participação de três estudantes de graduação, dos cursos de Engenharia da Computação, Sistemas de Informação e Ciências da Computação, e de dois alunos de mestrado e doutorado em Informática, ambos da Ufam.
Conforme César Melo, um dos principais resultados da pesquisa é o domínio da tecnologia Streaming Adaptativo, que é uma forma de transmitir vídeo baseado na capacidade de transmissão da rede que o usuário está conectado. A tecnologia é similar à usada por grandes distribuidores de vídeo, como o Youtube e a Netflix.
“A forma mais simples de entender a tecnologia é você imaginar que cada pessoa tem um plano de dados e, esse plano de dados tem seu limite de transferência. O aplicativo é capaz de perceber qual é o plano, ou seja, qual a velocidade que está disponível em determinado instante, e usar essa velocidade para transmitir a melhor imagem que não ‘travaria’ o aplicativo. Ao longo da sessão, a tecnologia vai alterando de acordo como que está acontecendo com a rede de dados”, explicou o estudioso.
O pesquisador completa que a tecnologia é uma evolução de outras ideias implementadas em anos anteriores, quando o usuário escolhia a qualidade que ele queria e isso “travava” a transmissão.
De acordo com o professor, o conhecimento adquirido ao longo dos anos e o domínio da tecnologia permite que outras instituições do Amazonas também utilizem o aplicativo para transmissão de conteúdo multimídia.
“Como nossa proposta era demonstrar a aplicação da tecnologia, nós implementamos conteúdos do Icomp e criamos o piloto ICompTV, mas a forma como a tecnologia foi desenvolvida permite a utilização por outras instituições de forma customizada. Em outras palavras, eu poderia ter a UfamTV, a SeducTV. Qualquer instituição que gere conteúdo digital poderia utilizar a plataforma”, disse César.
Foco no aprendizado
Para o professor da Ufam, a vasta variedade de vídeos disponibilizados na internet dificulta a utilização de materiais multimídia no ensino e aprendizagem. Nesse sentido, o aplicativo, ao reunir o conteúdo em um só lugar, se torna uma ferramenta importante para consolidação do uso dos conteúdos multimídia na formação do aluno.
“O aluno tem que encontrar dentro desse universo de coisas o que é mais importante para ele, e, muitas vezes ele se perde nessa busca. A ideia é concentrar os assuntos relacionados e, que partir disso, o aluno tenha mais facilidade de acesso aos conteúdos”, ressalta César Melo.
Como funciona
O professor explicou que o ICompTV funciona como outros aplicativos. O usuário precisa acessar a loja Google Play, fazer o download e instalar o App. Automaticamente, o usuário terá acesso direto e gratuito a todos os conteúdos da plataforma. Ele destacou que o acesso é permitido para alunos e não alunos da Ufam.
“Ao executar o aplicativo, o usuário vai encontrar a lista de vídeos, a playlist – conjunto de vídeos relacionados – conteúdo de canais que seria o agrupamento de disciplinas, por exemplo. Ele também poderá pesquisar por meio de palavras-chaves. Qualquer usuário pode acessar a plataforma, mas para interagir será preciso fazer um cadastro simples, com nome e e-mail”, disse Melo.
Fonte: Francisco Santos – Agência Fapeam
Fotos: Érico Xavier – Agência Fapeam

24/08/2016

Concurso de comunicação científica premiará vencedor com viagem à Europa


As inscrições para o segundo EURAXESS Science Slam Brazil estão abertas até 15 de setembro. EURAXESS Science Slam Brazil 2016 é um concurso que oferece aos pesquisadores ativos no Brasil a chance de mostrar seu trabalho, bem como talento oral e criatividade, para membros da comunidade científica e do grande público, em um clima descontraído. O concurso é aberto aos pesquisadores (de doutorandos em diante) de todas as nacionalidades e todos os campos de pesquisa.
Os  pesquisadores interessados têm até 15 de setembro para enviar sua candidatura. Os 5 melhores candidatos serão convidados por EURAXESS Links Brazil a participar dafinal no Rio de Janeiro, durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia entre 17 e  23 de outubro de 2016, com tudo pago.Os candidatos poderão fazer uso de material de áudio e de vídeo, slides ou qualquer outro suporte ou media, assim como equipamento cientifico.
As performances dos candidatos serão avaliadas pelo público e pelo júri, com base nos seguintes critérios: conceitualização, estilo e originalidade. O vencedor ganhará uma viagem à Europa, onde realizará um curso de comunicação científica junto com os cinco ganhadores dos EURAXESS Science Slams ASEAN, China, Índia, Japão e América do Norte. E ainda terá a oportunidade de visitar o instituto europeu de pesquisa de sua escolha!
O concurso é aberto aos pesquisadores de todas as nacionalidades e todos os campos de pesquisa.
Cada participante das finais fará uma apresentação do seu projeto de pesquisa, em inglês ou em português, com duração de até 10 minutos. Os candidatos poderão fazer uso de material de áudio e de vídeo, slides ou qualquer outro suporte ou media, assim como equipamento cientifico.

As performances dos candidatos serão avaliadas pelo público e pelo júri, com base nos seguintes critérios: conceitualização, estilo e originalidade.
Os cinco finalistas receberão a assessoria de um coaching individual, antes da final. Além disto, eles participarão de um workshop de comunicação científica, no Rio de Janeiro, que terá como foco: Técnicas de apresentações para cientistas. Este
workshop será aberto a pesquisadores se encontrando no Rio de Janeiro no dia 18/10 mediante inscrição prêvia, e contará com a presença como treinadores
de Marco Andrade Brandão da TedX Rio e do vencedor do ano passado, Leonardo
Pereira Silva do Grupo Gatu. O vencedor ganhará uma viagem à Europa, para visitar o instituto de pesquisa da sua escolha.

Para participar:
Desenvolva uma ideia original para apresentar seu projeto de pesquisa ao mundo: pode ser palestra, sapateado, canto, experimento ao vivo… Tudo é permitido!
Faça um vídeo de até 3 minutos da sua performance, com o seu smartphone, câmera digital ou outro dispositivo. A apresentação deve ser em inglês ou português.
Envie seu vídeo pela plataforma Drop-it-to-me do EURAXESS Links Brazil (senha: “Science_Slam_2016”), mande seus contatos pelo e-mail brazil@euraxess.net e tenha a chance de ser um dos 5 finalistas a concorrer no slam

Fonte: Confap

Docentes do Instituto de Física da USP criam canal no YouTube para ensinar conceitos


Agência FAPESP – Professores e pesquisadores do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP), coordenados pelo prof. Gil da Costa Marques, criaram um canal no YouTube com diversas aulas de física que auxiliam alunos, professores a buscar o entendimento dos problemas mais complexos da física de uma forma mais simples, segundo informações divulgadas pela Assessoria de Comunicação do Instituto.
De acordo com Costa Marques, responsável pela iniciativa, "o propósito do canal no YouTube é disponibilizar conteúdos de alta qualidade para a educação científica e informações mais recentes sobre o ensino de física para estudantes universitários e professores que buscam atualização dos conhecimentos”.
Os planos futuros para a plataforma, ele acrescentou, preveem a expansão da oferta de conteúdos para um público mais geral. “Porém, o principal objetivo foi alcançado que é o de aproximar cada vez mais a universidade pública, gratuita e de alta qualidade, da sociedade que a financia por meio dos impostos”, ele finalizou.
As aulas no YouTube estão disponíveis no endereço: https://www.youtube.com/channel/UCF5qm-yrOeDq1sSmE-gCh0.
Para mais informações utilize o e-mail marques@if.usp.br ou o telefone (11) 3091-6708. 

17/08/2016

USP é a mais bem classificada no ranking ARWU entre as latino-americanas


Publicado no dia 15 de agosto pela Shanghai Ranking Consultancy, o Academic Ranking of World Universities avaliou mais de 1.200 instituições, classificando as 500 primeiras. A USP é a universidade latino-americana mais bem colocada, no grupo entre a 100ª e a 150ª posição, mesma classificação alcançada no ano passado.
Harvard manteve a liderança do ranking, seguida por Stanford e pela Universidade da Califórnia Berkeley. Com exceção das universidades inglesas de Cambridge (4ª posição) e de Oxford (7ª posição), todas as demais instituições que ocupam os 10 primeiros lugares são norte-americanas.
A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp) e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) ficaram no grupo entre a 301ª e a 400ª posição. A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) ficaram no grupo entre a 401ª e a 500ª posição. A listagem completa pode ser conferida no site do ARWU.
Publicado desde 2003, o Academic Ranking of World Universities (ARWU) é considerado um dos precursores dos rankings universitários. A classificação utiliza seis indicadores para avaliar as instituições, incluindo o número de ex-alunos e docentes ganhadores de Prêmios Nobel, número dos pesquisadores mais citados, número de artigos publicados nas revistas Nature e Science, número de artigos indexados no Science Citation Index – Expanded e Social Sciences Citation Index e a performance de pesquisa per capita relativa ao tamanho da instituição.
Da Assessoria de Imprensa da USP

Alunos da Poli-USP vencem competição de mobilidade urbana promovida pela GM mundial


Agência FAPESP – O veículo reconfigurável e de uso compartilhado para a cidade de São Paulo, desenvolvido por alunos da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) e de mais quatro universidades estrangeiras, venceu em primeiro lugar, na categoria Perspectiva do Cliente (pesquisa de mercado), a competição Global Vehicle Development Project. A competição é promovida pelo Programa PACE, liderado pela General Motors mundial, informou a Assessoria de Imprensa do Centro de Engenharia Automotiva da Poli.
Os alunos foram responsáveis pela pesquisa de mercado, realizada em São Paulo, e por transformar seus resultados em especificações técnicas de Engenharia. A apresentação dos projetos ocorreu durante o Fórum PACE, na Universidade de Cincinnati, em Ohio, Estados Unidos.
Batizado de Opal, o veículo é um modelo hatch, de duas portas, que pode ser configurado para transportar três ou cinco pessoas, já que foi concebido para uso compartilhado. As dimensões do carro podem ser ampliadas e a expansão da carenagem é feita por meio de motores elétricos lineares (atuadores eletrônicos).
A competição Global Vehicle Development Project é realizada entre 50 universidades participantes do PACE (Partners for the Advancement of Collaborative Engineering Education), programa liderado pela General Motors mundial para o desenvolvimento da educação de engenharia automotiva.
As equipes são formadas por alunos de diferentes países que têm de desenvolver um projeto de mobilidade urbana. “Essa é a forma como as empresas têm desenvolvido seus grandes projetos de engenharia hoje, colocando equipes suas ou de empresas parceiras de vários países diferentes em um mesmo projeto”, diz o professor Marcelo Alves. “É muito importante para a formação dos alunos nos engajarmos nesse tipo de atividade.”
A Poli-USP ingressou no PACE em 2005 como a primeira escola brasileira selecionada pelo Programa. As universidades são equipadas com software e laboratórios, oferecidos pelas empresas participantes. A Poli-USP possui quatro laboratórios equipados pelo programa, com mais de 100 estações de trabalho e software para Computer Aided Design (CAD), Computer Aided Manufacturing (CAM) e Computer Aided Engineering (CAE), aplicados para conceber, projetar e fabricar veículos. 

13/08/2016

Curso online quer melhorar experiência acadêmica dos pós-graduandos da USP


Após concluir o curso superior, é na pós-graduação que os interessados em seguir a carreira acadêmica continuam sua formação. Embora alguns ingressantes já tenham desenvolvido pesquisas na iniciação científica, alguns conceitos, estruturas, procedimentos e normas só são conhecidos depois – uma grande quantidade de informações que pode confundir quem chega na pós-graduação da USP.
Pensando no aluno que acaba de chegar nesta etapa da vida acadêmica, a Pró-Reitoria de Pós-Graduação produziu 17 aulas em vídeo que apresentam toda a estrutura de orientação e serviços que a Universidade oferece aos pesquisadores, além de temas como ética em pesquisa, escrita científica, internacionalização, avaliação da Capes e plágio. O curso pode ser acessado gratuitamente por qualquer interessado neste link.
A USP é a maior formadora de pós-graduandos do país. Até hoje, a Universidade titulou 77.813 mestres e 50.388 doutores. Atualmente, a pós-graduação da USP conta com 265 programas em todas as áreas do conhecimento, envolvendo 25.830 alunos e 7.063 orientadores. “Devemos sempre lembrar que o objetivo principal da pós-graduação da USP é formar recursos humanos de excelência para o país”, destaca o professor Carlos Gilberto Carlotti Jr, pró-reitor de Pós-Graduação, na primeira aula do curso.

Como funciona?

Durante o curso de mestrado ou de doutorado, o aluno deverá realizar disciplinas e desenvolver seu projeto de Dissertação ou Tese. O título de Mestre ou de Doutor é obtido após cumprimento das exigências do curso, incluindo a defesa da Dissertação ou da Tese, respectivamente. O prazo para o mestrado varia de 24 a 48 meses e para o doutorado de 36 a 60 meses, o Doutorado Direto pode ser concluído em até 72 meses, dependendo do programa e/ou do curso.
A administração das atividades da pós-graduação é realizada pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação, que é responsável também pelo desenvolvimento de projetos definidos pelo conselho. Dentro das unidades, a administração de todos os programas é feita pela Comissão de Pós-Graduação que é responsável por receber o depósito de teses e dissertações e pela escolha das bancas avaliadoras. Cada programa é administrado por uma Comissão Coordenadora formada por alunos e representantes discentes e é o órgão administrativo mais próximo aos alunos.
Todos os cursos de pós-graduação da USP stricto sensu (mestrado e doutorado) são gratuitos. Não há taxa de matrícula ou mensalidade para nenhum aluno, seja ele brasileiro ou estrangeiro. Porém, os programas podem estabelecer uma taxa para o processo seletivo, limitada a R$ 150.
O processo de inscrição na pós-graduação varia conforme cada programa. A lista de programas de pós-graduação da USP pode ser acessada neste link.
Leia mais em Jornal da USP.

12/08/2016

CONFAP divulga oportunidades de pesquisa na Europa



Elisa Natola, assessora para Cooperação Internacional Brasil-Europa do CONFAP (Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa), abordará programas de apoio à pesquisa e à mobilidade acadêmica financiados pela União Europeia num evento aberto ao público, no dia 16 de setembro, no Plenarinho da Reitoria da UDESC (Universidade do Estado de Santa Catarina), localizada na Avenida Madre Benvenuta 2007, Itacurubi, Florianópolis.
Às 15h, ela deve fazer uma exposição por videoconferência, de sua terra natal, a Itália. Elisa também é Ponto de Contato Nacional do MSCA (Marie Skodowska-Curie Actions), programa voltado ao fomento da excelência científica, que se enquadra no programa Horizonte 2020. Maior iniciativa de investigação e inovação da UE, o Horizonte 2020 tem como prioridade o fomento ao avanço de pesquisas e ideias por meio de uma abordagem aberta e que objetive o desenvolvimento da ciência e da tecnologia em nível mundial, a fim de se prover o crescimento econômico e sustentável.
Mais informações sobre o programa MSCA e as oportunidades de bolsas na Europa estão disponíveis no link: ec.europa.eu/euraxess/index.cfm/links/eurRes/brazil.
Haverá transmissão por videoconferência para todos os demais Campi da instituição promotora do evento. “A UDESC tem 12 campi espalhados pelo estado e neles temos salas para videoconferência que, durante o evento, estarão disponíveis para professores e alunos da pós-graduação. Pesquisadores do interior podem entrar em contato com o campus da universidade na sua região e dizer que gostariam de assistir o evento”, explica Sonia Pereira Laus, da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da UDESC.
Seja na forma presencial ou a distancia, especialistas nos programas de mobilidade acadêmica entre a União Europeia e o Brasil darão informações estratégicas para pesquisadores do estado. “Alguns os desconhecem ou não sabem como submeter projetos, mas a própria UE foi desburocratizando seus mecanismos ao longo do tempo”, pondera Sônia, que tem contato com os programas há 20 anos. “A União Europeia tem recursos, basta que o pesquisador aprenda como buscá-los e se qualifique como demandante da bolsa, principalmente neste momento em que as nossas agências nacionais estão com dificuldade de financiar pesquisa.”

Programação completa
13:00 às 13:45–  Abertura. Antônio Carlos Vargas Sant´Anna, Pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da UDESC
13:45:00 às 14:15hs –  o que é o EURAXESS e como o EURAXESS Link Brazil pode ajudar  os pesquisadores brasileiros. Charlotte Grawitz, representante da EURAXESS no Brasil
14:15 às 15:00–  O Programa Horizonte 2020 e   as oportunidades para a participação de pesquisadores brasileiros. Moacyr Martucci Jr,  National Contact Point Coordinatordo Programa.
15:00 às 15:45 – Os programas de fomento de mobilidade acadêmica da Comissão Europeia: Marie Skodowska-Curie Actions (MSCA) e  as oportunidades para a participação de instituições e pesquisadores brasileiros.  Elisa Natola, Assessora para Cooperação Internacional Brasil-Europa do CONFAP e Ponto de Contato Nacional do MSCA
15:45 às 16:45– Como escrever uma proposta exitosa para os programas financiados pela União Europeia. Moacyr Martucci Jr,  National Contact Point Coordinator do Programa
16:45 às 17:15– Sessão de perguntas e respostas
17:15- Sessão de encerramento

Inscrições: sonia.laus@udesc.br.
Maiores informações: 48 3664 8176, das 13 às 18:30hs.
Fonte: Coordenadoria de Comunicação do CONFAP

11/08/2016

Brasil conquista duas medalhas de prata e duas de bronze na Olimpíada Internacional de Química


Os quatro estudantes brasileiros que representaram o Brasil na 48th International Chemistry Olympiad (IChO-2016) em Tblisi, na Georgia, retornaram com medalhas. Os paulistas Vitor Gomes Pires e Pedro Seber e Silva conquistaram medalhas de prata e os cearenses Gabriel Ferreira Gomes Amgarten e Davi Oliveira Aragão conquistaram bronze no certame que teve 317 competidores de 80 países. Dessa vez a delegação brasileira ficou à frente, por exemplo, das da Alemanha, França, Itália e Grã-Bretanha.
Talento, estudo e dedicação dos estudantes somaram-se ao incentivo dos pais e ao reforço da preparação pelos professores nos seus colégios e no Curso de Aprofundamento e Excelência em Química (IQ-UFRN) e treinamento em laboratório no IQ-UNICAMP. O próximo desafio desses estudantes, que já têm medalhas da Olimpíada Brasileira de Química, será trazer ouro para o Brasil da 21ª Olimpíada Ibero-americana de Química, que acontecerá em Bogotá, Colômbia, em outubro.
Os paulistas Vitor e Pedro também já contam com medalhas (ambas de ouro) da Olimpíada de Química do Estado de São Paulo (OQSP-2016), iniciada em setembro de 2015 e concluída no Instituto de Química da Universidade de São Paulo (IQ-USP) em junho deste ano. A página dos vencedores da Fase Final da OQSP-2016 na AllChemy traz fotos dos experimentos demonstrados, aplicação do exame final, correção das provas, almoço de confraternização, visitas a laboratórios, palestra e premiação pelos promotores e patrocinadores (50 medalhas e 6 prêmios somando 6 mil reais), tudo num só dia. Além dasduzentas fotos do evento vale a pena consultar, também, as 20 redações sobre o tema da OQSP-2016 “Luz na Química” (alusivas ao Ano Internacional da Luz).
A seleção para a Olimpíada Internacional de 2017, que será realizada em Bangkok, na Tailândia, já está em curso. Os 50 estudantes vencedores da OQSP-2016 representarão o Estado de São Paulo no exame nacional da Olimpíada Brasileira de Química no próximo dia 30 de agosto. Muitos deles frequentaram a 6ª Escola Olímpica de Química no Instituto de Química da USP de 28 de junho a 02 de julho passado para reforçar sua preparação.
Em setembro próximo será lançada a OQSP-2017, via de acesso dos paulistas à IChO-2018 (República Tcheca & Eslovaquia),  IChO-2019 (Paris, França) etc.  Desde já, os estudantes de ensino médio do Estado de SP estão convidados a participar.
OQSP-2017
A Olimpíada de Química do Estado de São Paulo é promovida desde 1997 pela Associação Brasileira de Química – Regional São Paulo, realizada por uma equipe de 65 Profs. Doutores em química sob coordenação do professor Ivano G. R. Gutz e tendo como patrocinadores atuais: ABICLOR, Associquim/Sincoquim, BASF, BRASKEM, Clariant, CRQ-4ª Região, DOW e Universidade Presbiteriana Mackenzie. Conta também com o apoio do Instituto de Química da USP, da FUVEST e da Academia de Ciências do Estado de São Paulo. Para descadastrar-se ou cadastrar escolas e colegas nesta lista, escreva para abqsp@iq.usp.br.
Fonte: ABC

10/08/2016

Ufes e Emescam selecionadas em programa de internacionalização



A Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e a Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória (Emescam) foram as instituições de ensino superior do Espírito Santo que tiveram propostas para sediarem cursos presenciais de curta duração dentro do Programa Researcher Connect. O programa, oferecido pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes), visa o desenvolvimento de habilidades em comunicação científica para pesquisadores de qualquer formação acadêmica.
Na Ufes, o programa está sob a coordenação da professora Kyria Rebeca Neiva de Lima Finardi, da Coordenação de Línguas da Secretaria de Relações Internacionais, do Departamento de Linguagens, Cultura e Educação e dos Programas de Pós-graduação em Linguística (PPGEL) e de Educação (PPGE). Na instituição, os módulos interativos para pesquisadores, com foco no desenvolvimento de habilidades para que sejam utilizadas em contextos internacionais e multiculturais, serão realizados entre os dias 21 e 23 de setembro.
Para a professora, a oportunidade oferecida pela Fapes é extremamente importante. “Minhas expectativas são de melhorar a internacionalização da Ufes por meio da capacitação docente estratégica”, explicou.
Já na Emescam, as atividades serão desenvolvidas entre os dias 26 e 28 de setembro, sob a coordenação da professora Flavia Imbroisi Valle Errera, que também é Coordenadora de Relações Internacionais da instituição. De acordo com Flávia, é a segunda vez que a Emescam é selecionada em 2016. Na primeira oportunidade, os módulos do curso aconteceram em março.
“Os benefícios são inúmeros e são observados na desenvoltura na comunicação oral e escrita em inglês, no uso das técnicas para melhorar a clareza, a concisão e vários outros aspectos dos artigos e projetos científicos. Estamos convencidos que fomentar a internacionalização é um dos propulsores da qualidade da formação e transformação do conhecimento, bem como da forma como o produzimos. Isso envolve cada vez mais uma forma de pensar globalizada, mais dependente de intensificação da interação e cooperação científica entre educadores, pesquisadores, instituições de países diferentes”, disse.
No estado, o programa é desenvolvido pela Fapes, vinculada à Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional (Secti), por meio de convênio firmado com o Newton Fund Professional Development & Engagement Programme(Fundo Newton)desenvolvido, no Brasil, pelo Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e pelo Conselho Britânico.
Instituições de outros 12 estados também foram selecionadas pelo programa. Entre os estados participantes estão Alagoas, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Piauí, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. A intenção do Fundo Newton é construir, entre o Reino Unido e o Brasil, colaborações em pesquisa e inovação que possuam relevância direta para o desenvolvimento social e econômico do País e do Espírito Santo.
Os cursos do Programa Researcher Connect são realizados para treinar no mínimo 20 pesquisadores em qualquer disciplina ou área multidisciplinar. No processo de seleção foram analisados aspectos do desenvolvimento de habilidades em comunicação em áreas relevantes ao desenvolvimento econômico e social incluindo Ciências Naturais, Ciências Sociais, Artes e Humanidades.
Sobre os participantes dos cursos
Todos os participantes que serão selecionados pela Ufes e Emescam deverão se comprometer com o comparecimento nos 3 dias do workshop. A ausência em qualquer um dos dias do workshop acarretará na exclusão do participante e impedirá o recebimento do certificado ao final do curso.
Idioma
Os cursos serão ministrados em inglês.
Organização do curso
As instituições selecionadas serão responsáveis pelo planejamento e pela organização do curso, apoiados pelas diretrizes do Conselho Britânico. A não disponibilidade de salas ou equipamentos necessários – especificados nos guidelines enviados ao coordenador de curso – para a realização do curso acarretará da exclusão da instituição da chamada.
Processo de seleção de participantes nos cursos
Após o processo de seleção das instituições, os coordenadores do curso serão responsáveis pela seleção de participantes, sob a orientação do Conselho Britânico.
Critérios de elegibilidade de participantes:
As chamadas para os participantes deverão ser abertas e divulgadas por meio dos canais de comunicação de cada instituição. Coordenadores são encorajados a identificar e empregar canais alternativos de comunicação para o sucesso do curso.
Pesquisadores recrutados para participar do curso deverão ser estudantes de doutorado, pós-doutorado ou professores em início de carreira (com até 10 anos de formação).
Os participantes deverão demonstrar padrão nível B2 de proficiência na língua inglesa, de acordo com o Quadro Comum Europeu de Referência. Participantes que não demonstrarem este nível de proficiência não serão elegíveis. Dado que alguns campos de pesquisa são dominados por um gênero específico, é requisito do curso que seja mantido o equilíbrio de gênero de modo a promover a diversidade e a assegurar que nenhum participante seja excluído dos cursos por motivos étnicos, de gênero, crença religiosa, orientação sexual ou deficiência.
Relatório do Conselho Britânico, Monitoramento e Avaliação dos Cursos Realizados
Aos coordenadores de curso é solicitada a submissão de um relatório final dentro de 30 dias após o término da formação. O modelo de relatório final será enviado aos selecionados e incluirá uma parte narrativa, além de uma seção de informações sobre os participantes. Ademais, o coordenador de curso deverá prestar contas de acordo com os procedimentos de cada FAP. Também é solicitado aos coordenadores de cursos o envio da relação de despesas alocadas pela contrapartida brasileira, assim como os respectivos comprovantes de pagamento.
Os coordenadores deverão assegurar que todos os participantes preencham os questionários de avaliação ao final do curso, e serão responsáveis por enviar as versões físicas ao escritório do Conselho Britânico em até 30 dias após o término do curso. Os coordenadores também serão responsáveis por incentivar que os participantes preencham o questionário online pré-curso que será enviado uma vez confirmada a lista de presença.
Resultados e benefícios em longo prazo
Coordenadores deverão destacar os resultados específicos planejados do curso. Deverão, também, explorar quaisquer benefícios de longo prazo que surgirem, levando em consideração possíveis beneficiários e como afetá-los e descrevendo as ações a serem tomadas para garantir que tal impacto potencial seja atingido.
Processo de seleção dos candidatos (coordenadores dos cursos):
O processo de seleção ocorrerá em duas etapas:
  1. O British Council receberá as propostas e as enviará às respectivas FAPs
  2. Cada FAP sediará um painel de revisão e fará a decisão final acerca de quem e quais propostas receberão financiamento, segundo suas próprias regras para análise de mérito científico das propostas.
Os candidatos selecionados serão notificados de duas a oito semanas após o término da chamada, podendo, a partir daí, dar encaminhamento à realização dos cursos.

Fonte: Lucyano Ribeiro – Assessoria de Comunicação Fapes