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03/05/2016

Flip 2016 anuncia programação


A organização da 14ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) anunciou nesta terça-feira (3), no Museu do Futebol, em São Paulo, a programação da edição de 2016 do evento, que acontece de 29 de junho a 3 de julho e terá como homenageada a poeta Ana Cristina Cesar (1952-1983).

PROGRAMAÇÃO PRINCIPAL 2016
venda de ingressos começa em 03/06/2016
quarta-feira, 29/06/2016 

19h00 | sessão de abertura - Em tecnicolor 
Armando Freitas Filho Walter Carvalho

19h45 | sessão de cinema
Manter a linha da cordilheira sem o desmaio da planície

21h45 | Sarau

quinta-feira, 30/06/2016

10h00 | mesa 1 - A teus pés

Annita Costa Malufe
Laura Liuzzi
Marília Garcia

12h00 | mesa 2 - Cidades refletidas
Francesco Careri
Lúcia Leitão

15h00 | mesa 3 - Os olhos da rua
Caco Barcellos
Misha Glenny

17h15 | mesa 4 - Histórias naturais
Álvaro Enrigue
Marcílio França Castro

19h30 | mesa 5 - Matéria cinzenta
Henry Marsh
Suzana Herculano-Houzel

21h30 | mesa 6 - Na pior em Nova York e Edimburgo

Bill Clegg
Irvine Welsh

sexta, 01/07/2016

10h00 | mesa 7 - Breviário do Brasil

Benjamin Moser
Kenneth Maxwell

12h00 | mesa 8 - A história da minha morte

J. P. Cuenca
Valeria Luiselli

15h00 | mesa 9 - O show do eu

Christian Dunker
Paula Sibilia

17h15 | mesa 10 - Encontro com Karl Ove Knausgård

Karl Ove Knausgård

19h30 | mesa 11 - mesa a confirmar


21h30 | mesa 12 - Sexografias
Gabriela Wiener
Juliana Frank

sábado, 02/07/2016

10h00 | mesa 13 - Encontro com Leonardo Froés

Leonardo Fróes

12h00 | mesa 14 - De Clarice a Ana C.
Benjamin Moser
Heloisa Buarque de Hollanda

15h00 | mesa 15 - Encontro da arte com a ciência

Arthur Japin
Guto Lacaz

17h15 | mesa 16 - Encontro com Svetlana Aleksiévitch
Svetlana Aleksiévitch

19h30 | mesa 17 - O falcão e a fênix
Helen Macdonald
Maria Esther Maciel

21h30 | mesa 18 - O palco é a página
Kate Tempest
Ramon Nunes Mello

domingo, 03/07/2016

10h00 | mesa 19 - Síria mon amour
Abud Said
Patrícia Campos Mello

12h00 | mesa 20 - Mixórdia de temáticas
Ricardo Araújo Pereira
Tati Bernardi

14h00 | mesa 21 - Sessão de encerramento: Luvas de pelica
Sérgio Alcides
Vilma Arêas

16h00 | mesa 22 - Livro de cabeceira

Fonte: G1/FLIP

19/04/2016

Contos de fadas 'às avessas' narram fuga de crianças da guerra da Síria


Em meio à maior crise de migração forçada desde a Segunda Guerra, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) lançou uma série de filmes de animação para sensibilizar o mundo a respeito dos horrores que pelo menos 65 milhões de crianças e jovens enfrentam atualmente ao abandonar suas casas e se deslocar para outros lugares.
Sob o título Unfairy Tales (“Contos Desencantados” ou “Contos que não são de fadas”, em tradução livre), os três desenhos animados contam as histórias reais de jovens que fogem da guerra. As produções contarão também com um livro interativo.
A série é parte da iniciativa #ActOfHumanity (#AtosDeHumanidade), que enfatiza que crianças são crianças não importam de onde venham, e que cada uma delas tem direitos e merece oportunidades justas.
“Todos os dias, em todos os lugares, pessoas estão ajudando essas crianças com pequenos gestos de humanidade. Esses gestos raramente são notícia, mas fazem toda a diferença para a criança refugiada ou migrante. O UNICEF quer dar visibilidade a esses atos de humanidade a fim de inspirar outras pessoas”, acrescentou.
A agência da ONU pretende mobilizar o público com mensagens nas redes sociais. Para participar, basta compartilhar um ato de humanidade em relação a crianças e jovens refugiados e migrantes utilizando a hashtag #actofhumanity.
“As histórias dessas três crianças não são incomuns. Em todo o mundo, pelo menos 65 milhões de crianças e jovens estão em movimento – fugindo de conflitos, pobreza ou climas extremos – em busca de uma vida mais estável e de um lugar que possam chamar de lar”, destacou a diretora global de Comunicação do UNICEF, Paloma Escudero.
Um dos filmes – “Ivine e o travesseiro” – reproduz a história da adolescente Ivine, de 14 anos, e de seu travesseiro. Depois de uma fuga perigosa da Síria, Ivine instala-se em um campo de refugiados na Alemanha apenas para enfrentar novos desafios.
“Malak e o barco” conta a viagem de uma menina de sete anos num barco furado. A terceira animação descreve a história de Mustafa, de 13 anos, que depois de deixar sua casa, imagina quem restou para ser seu amigo.




Fonte: UNICEF

14/04/2016

Transforme suas fotos em pinturas de graça


Suas fotos podem se transformar em pinturas com estilos e traços de renomados pintores através do DeepArt.

Basta fazer o upload da imagem que deseja transformar em pintura e selecionar uma arte na qual o estilo será aplicado. Em seguida o DeepArt irá conversar a foto em uma obra artística.

DeepArt produz essas conversões artísticas usando um algoritmo criado por neurocientistas que imita as conexões neurais no cérebro humano , disse Łukasz Kidziński, cientista da computação e um dos criadores do DeepArt.

Kidziński explicou que este tipo de algoritmo é particularmente útil para reconhecimento de objetos, copiando a forma como o cérebro processa informações sensoriais e reconhece padrões. É, assim, permite que um computador isole e identificar elementos como estilo e conteúdo em uma imagem.

Desta forma, um computador pode realmente aprender a detectar e reproduzir uma gama de estilos artísticos, e aplicá-las a outras imagens.

O processo de conversão de foto DeepArt é gratuito, mas devido à popularidade do site, a fila é longa. O tempo de espera estimado para cada imagem de "desenvolver" é atualmente 2.395 minutos (40 horas). No entanto, os usuários têm a opção de pagar 1,99 euros  para reduzir o tempo para 15 minutos.

Com informações de Mindy Weisberger/ Live Science
Foto: Divulgação DeepArt

11/04/2016

Tela de Modigliani é encontrada em Genebra após 'Panama Papers'


Um quadro de Modigliani, que havia sido roubado durante a Segunda Guerra Mundial, foi apreendido no porto de Genebra, no contexto das revelações dos chamados "Panama Papers", indicou nesta segunda-feira (11) a Justiça suíça.
"Foi aberto um processo criminal após revelações ligadas aos 'Panama Papers', para efetuar buscas relativas à presença de uma pintura de Modigliani em Genebra", declarou o porta-voz do Poder Judiciário, Henri Della Casa.
"A pintura foi apreendida no final de semana nos portos francos de Genebra", indicou Della Casa à AFP.
Os portos francos são espaços isentos de impostos.
A tela em questão, do pintor italiano Amedeo Modigliani (1884-1920), cujas obras atingem valores recordes em leilões, é o "Homem sentado apoiado numa bengala". A obra está avaliada em US$ 25 milhões, de acordo com a imprensa suíça.
De acordo Mondex Corp, uma empresa canadense especializada em encontrar obras roubadas, a pintura foi roubada pelos nazistas de um colecionador de arte judeu que fugiu de Paris em 1939.
A pintura foi então adquirida em 1996 em um leilão em Londres pela companhia offshore International Art Center (IAC), criada pelo escritório de advocacia panamenho Mossack Fonsseca.
Ter uma offshore não é ilegal, desde que a empresa seja declarada no Imposto de Renda.
Mondex suspeita que a família Nahmad, que construiu sua fortura com o comércio de obras de arte, é a proprietária da pintura. Os Nahmad têm uma coleção privada estimada em 4.500 peças, incluindo 300 Picasso, armazenada nos portos francos de Genebra.
Mondex acionou a justiça americana em 2011, em nome de Philippe Maestracci, um agricultor francês, neto do verdadeiro dono, para recuperar o Modigliani.
Mas diante dos tribunais americanos, a família Nahmad disse não ser dona do Modigliani em questão e que este era de propriedade da IAC.
No entanto um documento publicado pelo jornal suíço Le Matin e pelo francês Le Monde na semana passada sobre os "Panama Papers" revela que a família Nahmad é a verdadeira dona da IAC.
A pintura seria de propriedade de David Nahmad, atualmente o único acionista da empresa offshore IAC.
Entrevistado pela Radio-Canada, David Nahmad, também judeu, disse que jamais aceitaria possuir uma obra de arte roubada pelos nazistas. "Eu não conseguiria dormir à noite se soubesse que tenho um objeto roubado", disse ele.
Fonte: AFP
Foto: Reprodução/Amazon.com

09/04/2016

Senado aprova dança, artes visuais e teatro no currículo do ensino básico


O Senado aprovou nesta quinta-feira (7) projeto que prevê a inclusão obrigatória de conteúdos na disciplina de artes do ensino básico brasileiro. Temas de dança, artes visuais e teatro deverão ser incorporados ao currículo da disciplina. Antes a lei só previsa música. As regras propostas pelo projeto valem tanto para escolas públicas quanto particulares.
A medida, que altera a Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional, já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados e segue agora para sanção presidencial.
Atualmente, a lei que trata do tema traz apenas a música como conteúdo obrigatório da disciplina de artes. O texto aprovado nesta quinta deixa expresso na legislação que artes visuais, dança e teatro também devem constituir a matéria de artes.
De acordo com o projeto, os sistemas de ensino terão prazo de cinco anos para implantar as mudanças propostas pelo projeto. Esse período, segundo o texto, servirá para que os sistemas promovam a adequada formação de profissionais em número suficiente para atuar na educação básica.
A educação básica é o primeiro nível do ensino escolar no Brasil. Compreende três etapas: a educação infantil (para crianças com até cinco anos), o ensino fundamental (para alunos de seis a 14 anos) e o ensino médio (para alunos de 15 a 17 anos).
“Esse é um projeto que, a meu ver, só traz vantagens [...]. Sem isso [a inclusão dos conteúdos], a gente não vai conseguir criar uma consciência nem ensinar os nossos jovens a se deslumbrarem com as belezas do mundo, que é tão importante quanto fazê-los entender a realidade do mundo pela ciência”, afirmou o senador Cristovam Buarque (PPS-DF), que foi o relator da matéria.
Fonte: Gustavo Garcia/G1
Imagem: Freepik

07/04/2016

Exposições brasileiras estão em ranking das mais visitadas em 2015

Exposições brasileiras voltaram a figurar entre as mais visitadas do mundo no mais recente ranking da revista britânica especializada The Art Newspaper, fenômeno que se repete desde 2011. Para elaborar a classificação, o periódico considerou o volume de público registrado por museus e outros centros culturais em 2015.
Três exposições exibidas no Brasil aparecem entre as 20 mais visitadas do mundo no ano passado. Outras quatro mostras de arte figuram no “Top 100” dedicado à visitação a museus de arte. Exposições brasileiras também ocupam posições nos “Top 10” específicos de Arte Pós-Impressionista e Moderna (cinco); Arte Contemporânea (duas); e Arquitetura e Design (duas).
Destaques
Com público de 620.719 visitantes, “Picasso e a Modernidade Espanhola”, que ficou em cartaz entre os meses de junho e setembro no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio de Janeiro, é a exposição brasileira que aparece em melhor colocação no ranking geral, figurando em décimo lugar. Outra exposição organizada pelo CCBB RJ, “Kandinsky: tudo começa num ponto”, aparece na décima segunda posição. A terceira exposição a figurar no Top 20 é “Salvador Dalí”, exibida pelo Instituto Tomie Ohtake, de São Paulo (SP), que ocupa o décimo quinto lugar.
As três exposições citadas, nesta ordem, também levaram o Brasil a ocupar, no Top 10 específico de Arte Pós-Impressionista e Moderna, nada menos que as três primeiras colocações. As edições brasiliense e paulista das mostras “Kandinsky: tudo começa num ponto” e “Picasso e a Modernidade Espanhola”, recebidas pelas unidades locais do CCBB, também figuram neste Top 10, ocupando a sexta e décima posições.
Além do Instituto Tomie Ohtake e das unidades do CCBB no Rio de Janeiro, outros espaços figuram no ranking mundial de exposições mais visitadas, são eles: Pinacoteca do Estado de São Paulo; Museu de Arte de São Paulo (MASP); o Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba (PR); o Museu Nacional de Brasília, o Museu Histórico Nacional e o Centro Cultural Correios, também no Rio de Janeiro. 
Fonte: Brasil.gov.br

04/03/2016

Google apresenta nova câmera que digitalizará história da arte



O Instituto Cultural do Google deu nesta quarta-feira um novo passo em sua aposta de aproximar a cultura através da internet com a apresentação da Art Camera, um dispositivo criado em seu laboratório em Paris, cujo uso entra no olho humano capazes de mostrar detalhes como a grossura da pincelada ou a conservação da tela.

A câmera, que ainda está em fase de testes, é um bloco do tamanho de duas caixas de sapatos com altura ajustável e que pode operada por um só técnico.

Ela permite capturar obras de arte em giga pixels, reduzindo de dias para horas, e em alguns casos a minutos, dependendo do tamanho, o tempo para digitalizá-las.

Uma dúzia de protótipos, dois deles na Colômbia e no Brasil, circulam pelo mundo para testar esta nova tecnologia, que divide a obra em áreas do tamanho de um postal para tirar fotografias em super alta resolução.

O Instituto Cultural do Google, cuja sede física em Paris foi inaugurada em 2011, dispõe de mais de mil parceiros em mais de 70 países. Dos mais de 80 que tem na América Latina, quatro já se beneficiaram das vantagens dessa lente.

A coleção permanente do Museu Contemporâneo de Bogotá teve 59 obras digitalizadas com esse novo método, e os brasileiros Museu Afro Brasil, o Centro Cultural São Paulo e a Casa Guilherme de Almeida foram os primeiros a experimentá-lo.

O diretor do laboratório em que a câmera foi projetada, Laurent Gaveau, explicou hoje a um grupo de meios de comunicação espanhóis e latino-americanos que seu desenvolvimento tomará anos, e que o resultado das imagens darão a sensação de mergulhar no quadro.

Os museus terão os direitos de imagem sobre as capturas digitais e serão eles também que darão o sinal verde final sobre a qualidade e a resolução antes de serem publicadas na plataforma virtual do Instituto.

Desse laboratório, um espaço de 340 metros quadrados ao lado da sede parisiense da companhia, no centro da capital, saiu também há pouco mais de um ano o Google Cardboard, um visor de papelão que ajuda a viver experiências de realidade virtual com ajuda do celular.

Fechado ao público e concebido como ponto de intersecção entre o setor cultural e as novas tecnologias, este lugar foi o eleito hoje também para anunciar que cinco novas instituições brasileiras se associaram ao Instituto.

Além do Museu Afro Brasil, do Centro Cultural São Paulo e da Casa Guilherme de Almeida, o Museu do Café e o Música Brasilis se uniram a esse trabalho conjunto, em que o Google fornece a tecnologia e o potencial de seu projeto, que tem 50 milhões de visitantes virtuais por ano, e os centros o conhecimento de seu setor e seu patrimônio.

"Nos dá muita visibilidade", disse à Efe Rosana Lanzelotte, curadora do Música Brasilis, que soma suas obras às mais de cinco mil digitalizadas pelo Google na América Latina, onde prioriza, assim como no resto do mundo, o trabalho com instituições públicas sem fins lucrativos. 

Fonte: EFE

29/01/2016

Cultura e Faperj abrem inscrições para projetos de criação artística


A Secretaria de Cultura e a Faperj (Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio) lançaram, ontem, edital para a seleção de projetos individuais de criação, experimentação e pesquisa artística.

Com recursos de R$ 816 mil, serão concedidas 20 bolsas anuais, divididas em duas categorias. As inscrições podem ser feitas nos sites www.faperj.br e www.cultura.rj.gov.br.

Serão distribuídas até 12 bolsas nos setores de artes integradas; artes visuais; audiovisual; música; artes cênicas; literatura; culturas populares; arquitetura; memória; e patrimônio. Os projetos precisam resultar em ações, obras ou processos inéditos para apresentação ou exposição pública.

Serão contemplados trabalhos especificamente destinados à criação em formato textual, como roteiros cinematográficos, textos dramatúrgicos e literários; e reflexões das artes e da cultura. Para esta segunda categoria estão previstas até oito bolsas.

Cada projeto selecionado pela Faperj e a Secretaria de Cultura, em qualquer categoria, receberá uma bolsa mensal de R$ 3.050,00 por 12 meses. É necessário que cada bolsista tenha um orientador, vinculado à uma universidade, para participar do processo seletivo. 

Parceria

“É a primeira vez que a Fundação lança com a Cultura um edital voltado para a pesquisa e experimentação artística onde o bolsista não precisa ter, necessariamente, vínculo com à academia. Estamos ampliando, com essa chamada pública, o espaço de troca de ideias e valorizando processos contemporâneos”, explicou a secretária de Cultura, Eva Doris Rosental.

A diretora de Tecnologia da Faperj, Eliete Bouskela, considera o edital um marco.

“A concessão de bolsas nesta área nos trará novos participantes com ideias, posições e pontos de vista que vão enriquecer o cenário cultural fluminense e nacional”, disse Bouskela.

Fonte: Jornal do Brasil