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07/06/2016

Airbus apresenta avião em miniatura feito com impressora 3D


Mesmo com enormes jatos por todos os lados, o mini-avião Thor atraiu a maioria dos olhares no salão aéreo de Berlim, esta semana. A pequena maravilha da Airbus é a primeira aeronave totalmente produzida com uma impressora 3D do mundo.

Sem janelas, pesando apenas 21 quilos e com menos de quatro metros de comprimento, o drone (avião sem piloto) Thor - abreviação em inglês de "Teste de Objetivos de Alta Tecnologia na Realidade" - se parece visualmente com uma aeronave tradicional grande e branca.

No entanto, para o gigante aeroespacial europeu Airbus, o pequeno aparelho com hélices é pioneiro e oferece uma amostra do que está por vir - um futuro da aviação no qual a tecnologia de impressão 3D promete economizar tempo, combustível e dinheiro.

"Este é um teste do que é possível com a tecnologia de impressão 3D", disse Detlev Konigorski, responsável pelo desenvolvimento do Thor para a Airbus, durante a Exposição Aeroespacial Internacional e Show Aéreo no aeroporto de Schoenefeld, em Berlim.

"Queremos ver se podemos acelerar o processo de desenvolvimento usando impressão 3D não apenas para peças individuais, mas para um sistema inteiro", acrescentou.

No Thor, as únicas partes que não são impressas a partir de uma substância chamada poliamida são os componentes elétricos.

O pequeno avião "voa muito bem, é muito estável", disse o engenheiro-chefe Gunnar Haase, que realizou o voo inaugural do Thor em novembro passado, perto da cidade alemã de Hamburgo.

A Airbus e sua rival americana Boeing já estão usando a impressão 3D para fazer algumas peças dos seus enormes aviões de passageiros A350 e B787 Dreamliner.

"As peças impressas têm as vantagens de não necessitarem ferramentas e poderem ser feitas muito rapidamente", disse Jens Henzler, diretor para prototipagem industrial do alemão Innovation Group Hofmann, que se especializa na nova tecnologia.

As peças de metal produzidas também podem ser de 30 a 50% mais leves do que as tradicionais, e os resíduos de fabricação são quase zero, acrescentou Henzler.

O céu não é o limite para esta tecnologia, já que os engenheiros também pretendem usá-la no espaço.

O futuro foguete Ariane 6 da Agência Espacial Europeia, programado para decolar em 2020, será construído com várias peças impressas.

Desse modo, a fabricação terá os custos significativamente reduzidos, e o foguete poderá ser vendido pela metade do preço do seu predecessor, o Ariane 5, disse Alain Charmeau, diretor da Airbus Safran Launchers.

Além de diminuir os custos, a impressão 3D também promete benefícios ecológicos, uma vez que jatos mais leves consomem menos combustível e emitem menos poluentes.

Fonte: AFP
Foto: Tobias Schwarz / AFP

24/04/2016

Avião Solar Impulse 2 retoma volta ao mundo sem usar combustível


O avião ecológico suíço Solar Impulse 2 retomou, nesta quinta-feira (21), sua volta ao mundo sem usar combustível, ao decolar do arquipélago americano do Havaí, no Pacífico, segundo imagens ao vivo oferecidas pela equipe através de sua página na internet.
A aeronave, pilotada pelo suíço Bertrand Piccard, tem previsão de aterrissar no sábado na cidade californiana de Mountain View, próxima a San Francisco, após 59 horas de voo e impulsionada por suas milhares de células fotovoltaicas que lhe permitem estar no ar tanto de dia como de noite.
"Estamos no ar!", comemorou o piloto, de 58 anos, momentos depois de decolar. "A decolagem é o momento mais excitante, e também o momento onde tudo pode acontecer".
A decolagem ocorreu às 06h15 (13h15 em Brasília), uma hora mais tarde que o previsto, no aeroporto de Kalaeloa, não muito distante de Honolulu, a capital.
Um dos meteorologistas da equipe, Luc Truellmans, contou que a decolagem ocorreu com o nascer-do-sol, "quando a velocidade do tempo cai".
A equipe tirou o avião uma primeira vez da pista, mas decidiu voltar a colocá-lo no hangar porque havia muito vento.

Quando as condições melhoraram, os técnicos voltaram a preparar a nave para a decolagem enquanto o dia raiava, enquanto o piloto aproveitava para tomar café da manhã, segundo as imagens de retransmissão.
"A cabine está fechada. Nos vemos em #SF (San Francisco)! Pensarei em vocês enquanto voo para promover um #futurolimpo", escreveu Piccard em sua conta do Twitter antes de partir.
O Solar Impulse 2 bateu o recorde de voo solitário em julho do ano passado, quando o veterano aviador suíço e cofundador do projeto, André Borschberg, de 63 anos, fez história percorrendo em cinco dias e cinco noites - 117 horas e 52 minutos - os 8.900 km que separam a cidade japonesa de Nagoya e o Havaí.
O avião teve que aterrissar contudo neste arquipélago porque as baterias esquentaram.
Desde o final de fevereiro até meados de abril, Borschberg e Betrand Piccard realizaram 13 voos de teste que confirmaram o bom funcionamento do sistema de resfriamento após meses de manutenção.

No dia 15 de abril, a equipe anunciou estar esperando condições meteorológicas adequadas para retomar a volta ao mundo.
Após alcançar a Califórnia, a etapa seguinte será cruzar o país e chegar a Nova York, onde é preparada a travessia para cruzar o Atlântico.
O avião, que mede 72 metros de extremidade a extremidade de suas asas e pesa 2,3 toneladas, partiu em 9 de março de 2015 de Abu Dhabi, onde terminará este experimento de 35 mil km ao redor do mundo sem consumir combustível.

Foto: AFP Photo/Eugene Tanner
Fonte: AFP

31/03/2016

Aviões como nunca se viu

Em 2015, 3,5 bilhões de passageiros usaram aviões como meio de transporte, segundo a International Air Transport Association (IATA). O número deverá dobrar até 2034, quando o Brasil, que é um dos países em que o setor tem crescido mais rapidamente, deverá superar os 200 milhões de passageiros por ano.
“O setor aéreo tem um impacto enorme na economia mundial e não há nada melhor para o transporte rápido em distâncias longas do que aviões, que oferecem um tipo de operação confiável e segura”, disse Carlos Cesnik, professor de Engenharia Aeroespacial e diretor do Active Aeroelasticity and Structures Research Laboratory da University of Michigan (UM).
Mas, da mesma forma que crescerá, o setor passará por muitas transformações nos próximos anos, de acordo com Cesnik e os demais palestrantes de um painel em que foram apresentadas alternativas tecnológicas para o futuro da aviação na FAPESP Week Michigan-Ohio, que ocorre até 1º de abril nos Estados Unidos.
O grupo do professor Daniel Inman no Departamento de Engenharia Aeroespacial da UM tem buscado alternativas para o desenvolvimento de aeronaves mais eficientes a partir do estudo de quem voa há mais tempo no mundo: as aves.
Segundo Inman, a ideia de modificar asas de aeronaves é muito antiga. Os próprios irmãos Wright usaram asas que mudavam de forma à medida que eram puxadas por cabos. “Eles queriam aprender a voar e nada melhor do que se basear em aves”, disse.
Entretanto, por motivos de segurança – diminuir a turbulência, por exemplo –, as superfícies rígidas dominaram a aviação desde a popularização do setor até os dias de hoje. E foi somente nos últimos anos que retornou o interesse pelo estudo de configurações com asas que mudam de forma durante o voo.
“Em nossa pesquisa, não queremos copiar o modo como as aves batem as asas, mas sim analisar características na fisiologia desses animais que possam inspirar soluções tecnológicas, particularmente em aplicações com materiais inteligentes”, disse Inman.
O grupo de Inman, do qual fazem parte engenheiros e especialistas em biologia animal – da UM, Stanford e University of California Los Angeles –, teve este mês aprovado um auxílio à pesquisa de US$ 6 milhões do Escritório de Pesquisa Científica da Força Aérea dos Estados Unidos para produzir a análise mais detalhada do voo de aves já feita em um projeto de engenharia aeronáutica. “Estudaremos os mais variados tipos de aves, com diferentes tamanhos, formas e velocidades”, disse.
Enquanto os aviões atuais têm asas rígidas e usam partes conhecidas como flapsslats e spoilers para o controle, as aves utilizam as penas – isoladamente ou em conjunto – para criar superfícies que controlam o voo. E, detalhe importante: fazem isso sem desperdício de energia. Esse é o principal objetivo da pesquisa de Inman: levar a eficiência do voo de aves para o setor aéreo.
Novas formas, novos materiais
No Brasil, o grupo de Edson Cocchieri Botelho, professor na Faculdade de Engenharia da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Guaratinguetá, tem estudado o uso de materiais plásticos altamente resistentes ao calor no setor aeronáutico.
Conhecidos como materiais compósitos, por terem pelo menos dois componentes ou duas fases, esses materiais têm propriedades físicas e químicas distintas. São materiais poliméricos que se destacam por uma combinação favorável de baixa massa específica e elevado desempenho mecânico.
“A grande maioria dos compósitos poliméricos avançados utilizados atualmente é obtida a partir da impregnação do reforço com resinas termorrígidas que, entretanto, apresentam problemas de tensão em virtude do processamento e da natureza quebradiça da resina”, disse Botelho.
“Os polímeros termoplásticos reforçados com fibras contínuas vêm se apresentando como importantes substitutos, quando comparados aos polímeros termorrígidos convencionais, pois apresentam maiores valores de rigidez e resistência ao impacto, temperatura de serviço mais elevada e grande versatilidade na produção em série”, disse.
Em uma pesquisa apoiada pela FAPESP, Botelho e equipe processaram compósitos termoplásticos envolvendo diferentes graus de cristalinidade e avaliaram a influência dessa cristalinidade no desempenho mecânico e térmico, envolvendo diferentes condições ambientais.
O projeto foi realizado em conjunto com o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), com o Composites Institute de Kaiserslautern e com o Leibniz Institute of Polymer Research Dresden, ambos na Alemanha.
“Temos estudado materiais compósitos tanto estruturais quanto reforçados com nanotubos de carbono, em pesquisas conjuntas com grupos nas universidades da Califórnia, Purdue, Case-Western e Washington, nos Estados Unidos”, disse à Agência FAPESP.
Em São José dos Campos, como não poderia deixar de ser, está boa parte dos esforços brasileiros para o desenvolvimento de novas tecnologias voltadas ao setor aeronáutico.
Um exemplo foi apresentado na FAPESP Week por João Luiz Filgueiras de Azevedo, coordenador de um grupo no Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) que trabalha principalmente com fluidodinâmica computacional.
Os pesquisadores fazem simulações em computador para analisar fatores como velocidade, turbulência, pressão, temperaturas e diversos outros com importantes efeitos em aeronaves.
As principais áreas de pesquisa estão no desenvolvimento de sistemas computacionais e de modelagem e estudos de fatores como turbulência, aeroacústica, elasticidade, interação de estruturas fluidas, fluxos hipersônicos e otimização aerodinâmica.
Mais informações sobre a FAPESP Week: www.fapesp.br/week2016/michigan-ohio
Fonte: Heitor Shimizu | Agência FAPESP
Imagem: Freepik

19/02/2016

Empresas apresentam suas novas tecnologias em aeronaves no Singapore Airshow 2016


O Singapore Airshow 2016, realizado no centro de exposições de Changi, em Cingapura, reuniu mais de 500 empresas do mundo para apresentar seus mais recentes equipamentos e tecnologias em Boeings.

A Airbus, por exemplo, lançou seu novo avião A350-900 de longo alcance, e a Dreamliner o seu 787-9.

A maioria das empresas estão de olho no mercado da Ásia-Pacífico, que eles consideram ser o mais promissor nos próximos 20 anos.

O evento acontece todos os anos e é o maior do segmento na Ásia e serve para fazer um intercâmbio tecnológico, engatar negociações comerciais com potenciais compradores e colocar os produtos em exibição para atrair clientes.

Fonte: FolhaPE
Foto: FolhaPress

09/02/2016

Acordo internacional prevê padrão de redução de emissões na aviação


Um acordo selado nesta segunda-feira (8) pode, pela primeira vez na história, estabelecer um padrão de reduções de emissões de dióxido de carbono para a aviação comercial.
Firmado em Montreal (Canadá) pelos países participantes da Organização da Aviação Civil Internacional (Icao), o tratado precisa agora ser aprovado pelo conselho de governo deste órgão da ONU para entrar em vigor.
Os Estados Unidos já deram como certa a aprovação do acordo, que a Icao qualificou nesta segunda (8) em comunicado como "recomendações" realizadas por 170 especialistas internacionais do Comitê sobre Proteção Ambiental da Aviação (CAEP, na sigla em inglês) da entidade.
"Os Estados Unidos e outros 22 países selaram o primeiro acordo da história sobre padrões globais de emissões da aviação comercial", disse a Casa Branca em comunicado.
"Quando estiverem totalmente implementados, espera-se que os padrões reduzam as emissões de carbono em mais de 650 milhões de toneladas entre 2020 e 2040", acrescentou o texto.

140 milhões de carros
Este número equivale a retirar mais de 140 milhões de veículos da estrada durante um ano.
Posteriormente, um funcionário da Casa Branca qualificou o acordo como "histórico", e disse que é "um grande passo adiante" na agenda global contra a mudança climática. Ele ressaltou que o tratado será aplicado tanto a aeronaves que estão em produção como às que serão fabricadas no futuro, mas não valerá para as atualmente em operação.
"Os EUA pressionaram muito para ter um bom padrão, e estamos orgulhosos de ter conseguido um acordo tão sólido", disse a jornalistas o funcionário, que pediu anonimato.
Em Montreal, sede da Icao, o presidente do conselho deste órgão da ONU, Olumuyiwa Benard Aliu, classificou em comunicado como "recomendação" as medidas ambientais aprovadas.
O acordo também estabelece o fim da produção, em 2028, de todas as aeronaves que não cumprirem os padrões.
A Icao disse que as normas terão especial impacto nos aviões de maior tamanho, já que as aeronaves que pesam mais de 60 toneladas são responsáveis por 90% das emissões da aviação internacional.
"O objetivo deste processo é finalmente garantir que quando a próxima geração de aviões entrar em serviço, sejam garantidas reduções nas emissões internacionais de dióxido de carbono", explicou Aliu.

Fonte: EFE
Imagem: Freepik

29/01/2016

Airbus inicia a produção de peças de avião feitas em impressora 3D


Imagem: Freepik

As impressoras 3D ainda não são capazes de produzir aviões inteiros, mas o escritório de arquitetura The Living em conjunto com a Airbus, Autodesk e APWorks iniciaram a produção da "Partition Bionic" para proteger a área de estar e a cozinha do Airbus 320. A área é 50% mais leve e consideravelmente mais resistente que os modelos tradicionais, além de tornar as viagens mais sustentáveis ao cortar as emissões de carbono ao longo do tempo;

As partições impressas em 3D apresentam um funcional design cruzado, ainda artístico que acaba sendo mais resistente que o antecessor. Se for levar em conta o número existente de A320 é estimada uma economia de 465.000 toneladas métricas de emissões de CO2 por ano.

O Partition Bionic está atualmente passando por testes de colisão de 16G antes de ser certificada e apresentada para a atual frota de aviões A320.







22/01/2016

Estudo busca reduzir ruído de aeronaves e veículos lançadores


Pesquisadores do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), em São José dos Campos, estudam o ruído gerado pelas turbinas de aviões e de motores foguete para tentar diminuí-lo. A pesquisa é coordenada por João Luiz Azevedo, chefe da Divisão de Aerodinâmica (ALA), do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), e por William Wolf, professor da Faculdade de Engenharia Mecânica (FEM) da Unicamp. Os dois são pesquisadores do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), sediado na USP em São Carlos.

Os pesquisadores envolvidos no trabalho são estudantes do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Sami Yamouni é pós-doutorando e Carlos Junqueira Júnior é estudante de doutorado.

“Existem vários aeroportos no meio de cidades. O pessoal que mora na região se incomoda com o barulho, e esses aeroportos começaram a colocar algumas restrições de emissão de ruídos. As indústrias que produzem aviões tiveram que prestar mais atenção nisso e nosso trabalho se enquadra nessa área”, conta Júnior. O ruído originado nas turbinas e nos motores foguete é consequência do escoamento do jato que emana destes dispositivos. “A dinâmica do escoamento do fluido cria fontes acústicas como resultado de flutuações de pressão nesse escoamento”, explica.

A partir desse ruído que se origina nas turbinas ou nas tubeiras de motores foguete, dois campos de estudo se completam para analisar a propagação do ruído: a aerodinâmica, que estuda a fonte – no caso, as flutuações de pressão no escoamento nas turbinas e no jato dos motores foguete – e a aeroacústica, que busca prever o comportamento do som a distâncias grandes – como, por exemplo, a de um aeroporto até as casas próximas. “A aerodinâmica é uma disciplina muito antiga. A aeroacústica surgiu na década de 50 e, sem a aerodinâmica, a aeroacústica não existe”, analisa Yamouni.

A ferramenta computacional desenvolvida pelos pesquisadores ainda está sendo aprimorada. Ela é capaz de simular o comportamento do ruído nas turbinas de aeronaves simples, que já foram testadas em outros estudos. A ideia agora é torná-la capaz de simular veículos mais complexos.

“Vamos implementar novos conceitos na pesquisa para tentar entender melhor a dinâmica e a física do jato e o ruído gerado por ele”, observa Yamouni. “Vamos entregar uma ferramenta que foi comparada com a literatura. Ela consegue fazer computação paralela, ou seja, conseguimos usar com eficiência todo recurso computacional disponível no cluster do CeMEAI. Ela poderá ser usada para estudar outras configurações de jatos e validar estudos”, assegura Júnior.

Confira vídeo sobre a matéria:


Sobre o CeMEAI
O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP. O CeMEAI é especialmente adaptado e estruturado para promover o uso de ciências matemáticas (em particular matemática aplicada, estatística e ciência da computação) como um recurso industrial.

As atividades do Centro são realizadas dentro de um ambiente interdisciplinar, enfatizando-se a transferência de tecnologia e a educação e difusão do conhecimento para as aplicações industriais e governamentais. As atividades são desenvolvidas nas áreas de Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC, o CEPID-CeMEAI conta com outras seis instituições associadas: o Centro de Ciências Exatas e Tecnologia da Universidade Federal de São Carlos (CCET-UFSCar); o Instituto de Matemática Estatística e Computação Científica da Universidade Estadual de Campinas (IMECC-UNICAMP); o Instituto de Biociências Letras e Ciências Exatas da Universidade Estadual Paulista (IBILCE-UNESP); a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Estadual Paulista (FCT-UNESP); o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE); e o Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo (IME-USP).

Mais informações: (16) 3373-6609, e-mail contatocemeai@icmc.usp.br

Fonte: Leonardo Zacarin, da Assessoria CEPID-CeMEAI

17/01/2016

Inventor cria conceito de cápsula que salva vida de passeiros em acidente aéreo


De acordo com a ICAO, ao longo dos últimos 10 anos há 8% de todos os acidentes acontecem durante a decolagem, pouso - 21%, cruzeiro voos - 71%.

A análise das causas dos acidentes mostra que 75% deles acontecem por conta do fator humano, outra - por causa de erros de manutenção.

Em patentes # 88319 (19) UA e # 144783 RU de Tatarenko Vladimir Nikolaevich esse formato de  construção de aeronaves é oferecido, que prevê a separação da parte inferior da fuselagem, declínio gradual da parte separada e seu soft landing, depois dando a chance para que o compartimento seja encontrado por equipes de resgate.

A tecnologia existente da utilização de Kevlar e compostos de carbono compósito para fuselagem, asas, flaps, spoilers, ailerons e cauda serão utilizados durante o projeto.

Veja a animação do conceito: